Cruzamos 18 meses de agendamentos reais com todo o investimento em mídia paga para entender exatamente o que funcionou — e montar o caminho para repetir.
O custo para conseguir cada agendamento quase dobrou ao longo do período — mas identificamos exatamente a janela em que a estratégia funcionou melhor, e por quê.
O mesmo objetivo (agendar o Programa PD) atravessou três períodos diferentes ao longo do tempo. A eficiência caiu de forma consistente do primeiro para o último.
Não é falta de verba — é desgaste de público e criativo. Gastamos mais no Período 3 e conseguimos menos agendamentos por real investido do que no Período 1. O ponto de maior equilíbrio entre volume e custo, dentro do Período 2, foi outubro/2025: 17 agendamentos a R$ 472,92 cada — o melhor resultado "pago" de todo o período.
Cada quadrado é um mês, colorido pelo custo por agendamento (o número grande é a quantidade de agendamentos). Onde algo aconteceu — conta, agência ou equipe — está marcado com uma bolinha e o rótulo em cima.
Nov/2024 (fora da janela de dados de mídia): a Avocado (agência) entra no projeto.
Olhando a tendência completa, dois pontos se destacam: outubro/2025, o melhor mês pago do período, coincide com a entrada da Jenne como estrategista — mas também é o mês seguinte a dois meses fracos (ago-set), o que já indicava uma possível virada natural. Já fevereiro/2026, o pior mês do período inteiro, vem logo depois da saída da Evelyn (dez/25) e do Ket (jan/26) em sequência — a queda já vinha de novembro/2025, mas a perda de comercial e conteúdo social junta pode ter aprofundado o problema. Nenhum evento sozinho explica uma virada de mês — mas as duas coincidências acima valem observar de perto na próxima troca de equipe.
Em outubro de 2025, a estrutura de campanha seguia quatro etapas — e essa combinação nunca mais foi totalmente reproduzida.
Posts de autoridade sobre menopausa, intestino e restrição alimentar, impulsionados para gerar reconhecimento.
Campanha de tráfego levando esse público a visitar o perfil, antes de qualquer oferta.
Anúncio direto para o WhatsApp, com o público "Alta Renda" e "Interesses Alto Padrão".
Quem já tinha interagido recebia um novo estímulo, puxando de volta pra conversa.
"O leite pode ser o vilão" — um anúncio de mito nutricional com gancho de curiosidade, não institucional. Foi o anúncio mais barato e mais eficiente de todo o período analisado, e o ângulo (mito + autoridade da Dra. Patrícia) nunca foi totalmente repetido em campanhas posteriores.
Não é sobre aumentar o investimento — é sobre reconstruir a estrutura que já provou funcionar, com criativos novos.
Retomar a sequência Conteúdo → Aquecimento → Captação → Retomada, em vez de seguir ajustando a estrutura atual, que já está desgastada.
PrioridadeToda a melhora de custo da melhor fase veio de levar a pessoa direto para conversa — não de formulário. Não voltar ao formulário.
Rápido de aplicarRefazer a lista de quem já comprou o Programa e recriar o público semelhante a partir dela — a base cresceu bastante desde outubro/2025, e usar uma lista desatualizada perde qualidade.
3 a 5 variações no formato "mito nutricional + curiosidade", como "O leite pode ser o vilão" — reaproveitar o anúncio antigo tende a não performar, porque o público já viu.
PrioridadeTrocar um anúncio assim que o custo por agendamento subir de forma consistente — hoje a queda só é percebida um mês depois, quando já é tarde.
Os piores meses do período (jul/2025 e fev/2026) aconteceram logo após trocas de equipe. Vale garantir que a Great receba a estrutura vencedora (funil de 4 etapas + público Alta Renda + ângulo de criativo) documentada, para não perder essa base no início da nova gestão.
PrioridadePonto de atenção: quase metade dos contatos que chegam pelo WhatsApp hoje não tem a origem identificada — não sabemos se vieram de anúncio, indicação ou perfil. Isso não afeta a estratégia acima, mas significa que, quanto antes isso for corrigido, mais preciso fica o próximo raio-x.